Máquina de etiquetas, Atmosfera Explosiva

Passa da meia noite. Ainda sinto uma réstia de dor na coluna. Ontem acordei com dores que me apanhavam a cabeça. Tomei paracetamol. Aliviou, mas ainda não estou bem.

Por falar em paracetamol, agora anda aí mais um desafio bacoco de tik tok. Putos a tomarem grandes quantidades de paracetamol. Nem sei o que diga. A estupidez parece que é um requisito nestas redes. Acho que não há noção das figuras que fazem. Enfim...

Ontem ainda fui buscar a minha encomenda de fitas para a minha máquina de etiquetas manual. Esta máquina é muito antiga. Pertenceu à minha mãe. Deve ter mais de 30 anos. É uma máquina amarela (ver imagem), com um disco preto e letras a branco. Coloca-se a fita, escolhe-se a letra e clica-se num gatilho. É um processo demorado escrever uma palavra. Mas o resultado é bestial.

Hoje já publiquei um belo rol de textos no meu outro blogue Flange Distal. Um blogue dedicado a escrita abstracta/surreal (como lhe quiserem chamar). Textos que podem alimentar os vossos sonhos.

Estou a pensar entretanto criar mais um número da minha revista (zine) de poesia encontrada Atmosfera Explosiva. Dois números desta revista encontram-se na UzineFanzine, uma fanzineteca de Coimbra. Podem ver aqui: Atmosfera Explosiva Nº 1 e Atmosfera Explosiva Nº 2 .

A noite avança. Vou passar a um filme e depois à leitura.

 

Máquina de etiquetas manual.

 

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