Um jogo de origem chinesa

 Estou de turno. São quase 7h da manhã. Pouco movimento.

Passo pelo Público, nada de espantoso. Leio no entanto um artigo no jornal Hoje Macau sobre futebol intitulado Futebol: um jogo de origem chinesa . Não gosto de bola, mas gosto de história e por isso senti-me impelido a lê-lo. Pelos vistos o desporto nasceu na China e foi muito apreciado durante várias dinastias. Porém foi proibido de vez durante a dinastia Qing.

Agora entrego-me às páginas de O Amante de Lady Chatterley. Até já. 

Sub Rosa e mais além

São 04:36 da manhã. O silêncio reina. E aproveitando esse embalo li e vi o seguinte:

Entretanto saiu a nova versão do LibreOffice, um fork do Apache OpenOffice. Já há uns anos que uso o LibreOffice. Sempre me serviu bem e graças a ele nunca mais tive necessidade do MS Office.

Passo por breves instantes no Daily Grail. Há anos que sigo este site. É um site de notícias mais esotéricas. Achava-o de certa forma mais interessante no início quando o descobri. Os autores tinham na altura também uma publicação que era a Sub Rosa Magazine e da qual, apesar de nunca ter lido, guardei alguns exemplares em formato PDF.

P.S.: Comecei a escrever esta publicação pelas 04:36, e publico-a agora às 05:21. 

Grinberg Dan da Dan

Estou numa calma fabulosa. Apenas tenho dúvida se bebo mais um café ou se bebo um chá verde.

Estive a ver uns episódios da série de animação japonesa Dan Da Dan. Já vou na segunda temporada.  

O que li e vi ontem à noite: 

 

Um expresso por favor

Estive no café esta tarde e escrevi dois textos de rajada. Textos que ainda estou a avaliar, pois dá-me a impressão que não estão bons para publicar na Flange.

Ainda não dormi a 100%. Acordei pelas 16h, meio grogue.

5 anos depois faço o nº 5 da Atmosfera Explosiva. Pergunto-me como é que o tempo passa tão rápido. Tempus fugit.

O que ouvi hoje:

Ontem à noite vi o The Saint com o Val Kilmer. Filmes de espionagem e agentes especiais é muito a minha cena.

Voa um insecto enorme, tipo melga, desorientado à minha frente. Também a minha orientação hoje não está das melhores. Já tomei dois expressos. Quando chegar ao trabalho desconfio que tomo mais um.


 

Máquina de etiquetas, Atmosfera Explosiva

Passa da meia noite. Ainda sinto uma réstia de dor na coluna. Ontem acordei com dores que me apanhavam a cabeça. Tomei paracetamol. Aliviou, mas ainda não estou bem.

Por falar em paracetamol, agora anda aí mais um desafio bacoco de tik tok. Putos a tomarem grandes quantidades de paracetamol. Nem sei o que diga. A estupidez parece que é um requisito nestas redes. Acho que não há noção das figuras que fazem. Enfim...

Ontem ainda fui buscar a minha encomenda de fitas para a minha máquina de etiquetas manual. Esta máquina é muito antiga. Pertenceu à minha mãe. Deve ter mais de 30 anos. É uma máquina amarela (ver imagem), com um disco preto e letras a branco. Coloca-se a fita, escolhe-se a letra e clica-se num gatilho. É um processo demorado escrever uma palavra. Mas o resultado é bestial.

Hoje já publiquei um belo rol de textos no meu outro blogue Flange Distal. Um blogue dedicado a escrita abstracta/surreal (como lhe quiserem chamar). Textos que podem alimentar os vossos sonhos.

Estou a pensar entretanto criar mais um número da minha revista (zine) de poesia encontrada Atmosfera Explosiva. Dois números desta revista encontram-se na UzineFanzine, uma fanzineteca de Coimbra. Podem ver aqui: Atmosfera Explosiva Nº 1 e Atmosfera Explosiva Nº 2 .

A noite avança. Vou passar a um filme e depois à leitura.

 

Máquina de etiquetas manual.

 

Estratégias oblíquas

Neste 2026 tomei a decisão de parar. Penso que atingi uma espécie de burnout. Senti um cansaço enorme com o excesso de mensagens no Whatsapp, com os meus ensaios de música, com os meus treinos. Senti o peso do mundo. Um certo weltschmerz. E parei.

Precisava de tempo para mim. Decidi então fazer um retiro criativo de 60 dias. Cessei todas as minhas actividades extra e cortei com redes sociais, mensagens, etc. Atendo agora só chamadas de família e de trabalho. O mesmo se aplica a SMS.

Desde que estou mais offline que me tenho sentido melhor. Tenho-me sentido mais focado. Mais atento. Tenho lido mais, tenho feito mais Mail Art. Os dias desaceleram. Há uma tranquilidade que não se sente com a fragmentação provocada pelo mundo online.

Para já o retiro é de 60 dias. Mas há a possibilidade de prolongar. Tudo depende do resultado. Do meu estado de espírito quando o finalizar. 

Ontem descobri dois álbuns fabulosos:

Stratégies Obliques Ø por Steve Roden/Small Cruel Party 

Night Deposits pelos Prompt Engineer

Agora vou entregar-me aos meus diários físicos e vou ver uma série na Netflix. Depois será certamente tempo para os livros. Estou a ler de momento O Amante de Lady Chatterley e tenho também o número mais recente da revista Ler. O silêncio da noite está convidativo.